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(Foto: Reprodução)
Apesar de já estarem disponíveis para pacientes em estado grave e hospitalizados por conta do coronavírus, a cloroquina e o derivado hidroxicloroquina ainda passam por estudos.
Os resultados de pesquisas iniciais com as duas substâncias – que já são usadas no tratamento contra malária, lupus e artrite reumatóide, são apenas uma “esperança”, nas palavras do diretor de Pesquisas Clínicas do Hospital Albert Einstein.
Otávio Berwanger esclarece que ainda é incerto o real efeito dos medicamentos em organismos infectados pelo novo coronavírus:
O Hospital Albert Einstein está à frente de um dos estudos no Brasil para verificar a efetividade das substâncias no tratamento da Covid-19. Para o tratamento da covid-19 em pacientes graves, a Anvisa sugere até 6 dias de tratamento com hidroxicloroquina, que pode ser associada com o antibiótico azitromicina.
Otávio Berwanger diz que, antes de qualquer conclusão, é necessário aguardar o resultado deste e de outros trabalhos mundo afora:
O médico alertou ainda que a cloroquina e a hidroxicloroquina NUNCA devem ser usadas fora dos hospitais. Além de não prevenir a infecção, o uso incorreto pode causar efeitos colaterais graves, desde lesões na visão à problemas cardíacos.
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