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Existem grandes lacunas no conhecimento clínico de profissionais de saúde no que concerne à Síndrome de Down. Muitos profissionais de saúde tiveram apenas uma aula sobre Síndrome de Down dentro do curso de genética. E nada mais. Tais lacunas comprometem a tomada de decisões e os cuidados de pessoas com Síndrome de Down.
 Pessoas com deficiência intelectual enfrentam diversos desafios relacionados à saúde e alimentação. Para muitos, a ingestão de frutas, legumes e fontes de ômega-3 fica consideravelmente abaixo das recomendações, o que agrava a inflamação e aumenta o risco de obesidade. Uma dieta variada e promotora da saúde é direito de todos. Com o tempo, uma dieta pouco saudável ou carente em nutrientes fundamentais pode resultar em danos consideráveis à saúde de uma pessoa. Na síndrome de Down agrupam-se nos cuidados básicos em nutrição as preocupações com a tireóide, com o envelhecimento precoce, com o funcionamento das mitocôndrias, com o intestino e cérebro. Pessoas com deficiências intelectuais são mais vulneráveis. Melhorar o estado nutricional deste grupo é uma questão de importância nacional, baseada no seu igual direito à boa saúde e no acesso a todos os serviços de saúde. Nos últimos anos estive dedicada ao estudo dos aspectos nutricionais na Síndrome de Down e vou compartilhar este conjunto de estudos na turma de atualização que inicia-se no próximo sábado. Saiba mais e inscreva-se: https://bit.ly/2KDYHTe
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