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Até o momento já foram identificadas 44 variantes genéticas associadas ao risco aumentado de depressão (Wray et al., 2018). Tais variantes genéticas (ou polimorfismos) também podem explicar outros transtornos psiquiátricos, como a esquizofrenia. Todos nós carregamos variantes genéticas para a depressão, mas aqueles com uma maior número de polimorfismos (variações genéticas) estão sob maior risco. Além da genética, experiências de vida também influenciam a susceptibilidade à doença. Hoje sabemos também que a obesidade é um dos fatores de risco para sintomas depressivos. Como apenas metade dos pacientes diagnosticados respondem bem aos medicamentos e tratamentos atualmente disponíveis, mais pesquisas que estudem os fundamentos genéticos e a influência dos agentes ambientais são importantes. Em relação à fitoterapia algumas plantas tem sido investigadas tanto para a redução dos sintomas depressivos, como no sentido de redução da expressão de genes ligados à doença, como Camellia sinensis, Griffonia simplicifolia, Withania somnifera, panax ginseng, Eleutherococus senticosus. Converse com um nutricionista especialista na área.
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