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A relação entre alimentação e saúde mental é um tema cada vez mais relevante. A Organização Mundial da Saúde (OMS) aponta que cerca de 70 milhões de pessoas sofrem de distúrbios alimentares em todo o mundo, e essa conexão é reforçada por estudos que mostram como alimentos ricos em açúcares e gorduras podem levar a comportamentos viciantes e prejudicar a saúde mental. Enquanto alguns alimentos incentivam o consumo excessivo e causam ganho de peso, outros, como os ricos em ômega-3 e triptofano, podem promover bem-estar e aliviar sintomas de ansiedade e depressão. A falta de nutrientes essenciais pode afetar a função cerebral, influenciando a saúde mental. Aprenda mais em https://t21.video. No Brasil, a obesidade já afeta 26% da população adulta, e a previsão é de que esse número suba para 41% até 2035, segundo a World Obesity Federation. Alimentos com alto teor de açúcar e gordura podem desencadear uma liberação intensa de dopamina no cérebro, um neurotransmissor associado ao prazer e à recompensa. Essa resposta pode criar um ciclo vicioso, onde o consumo desses alimentos é buscado repetidamente, exacerbando comportamentos alimentares compulsivos e contribuindo para o ganho de peso.
A alimentação vai além da nutrição física, desempenhando um papel importante na saúde mental. Investir em escolhas alimentares saudáveis é um passo significativo para promover o equilíbrio emocional e uma vida mais plena. Açúcar em excesso também pode piorar a diversidade microbiana intestinal. Intestino e cérebroVocê já ouviu a expressão “sentir um frio na barriga” diante de uma emoção intensa? Não é coincidência. O intestino e o cérebro estão em comunicação constante — e essa conexão vai muito além da metáfora. A ciência chama isso de eixo intestino-cérebro, e ele está no centro de uma revolução silenciosa na medicina e na nutrição. O que você come pode impactar diretamente sua ansiedade, seu sono, sua irritabilidade e até sua motivação. |