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As mitocôndrias, conhecidas como "usinas de energia" das células, desempenham um papel crucial no metabolismo energético, sinalização celular e regulação do estresse oxidativo. Estudos recentes sugerem que disfunções mitocondriais podem estar intimamente ligadas ao desenvolvimento do transtorno do espectro autista (TEA).
Khaliulin, Hamoudi, & Amal, 2024
1. Disfunção Mitocondrial no TEAPessoas com TEA frequentemente apresentam anormalidades na função mitocondrial, como: Produção reduzida de energia (ATP); Excesso de espécies reativas de oxigênio (EROs), que podem causar danos celulares; Alterações no metabolismo energético, afetando o desenvolvimento e a função cerebral.
2. Conexão com a Neuroinflamação e o Estresse OxidativoA inflamação crônica e o estresse oxidativo são características comuns no TEA. Mitocôndrias disfuncionais contribuem para: O aumento de marcadores inflamatórios no cérebro; A dificuldade de neutralizar os danos causados por radicais livres, o que pode prejudicar a sinalização neuronal.
3. Mecanismos Genéticos e AmbientaisA disfunção mitocondrial pode ser causada por: Fatores genéticos, como mutações no DNA mitocondrial (DNAmt) ou genes nucleares relacionados à função mitocondrial; Fatores ambientais, incluindo exposição a toxinas, medicamentos ou estresse durante a gestação.
4. Impactos no Desenvolvimento CerebralO cérebro é altamente dependente de energia. Alterações no metabolismo mitocondrial durante períodos críticos de desenvolvimento podem levar a: Deficiências na plasticidade sináptica (processo essencial para o aprendizado e memória); Alterações no comportamento, cognição e habilidades sociais.
5. Perspectivas TerapêuticasTratamentos baseados na melhora da função mitocondrial têm mostrado potencial, como: Suplementos antioxidantes (coenzima Q10, vitamina E); Intervenções metabólicas para otimizar o fornecimento energético; Abordagens personalizadas baseadas em testes genéticos e metabólicos.
A pesquisa sobre o papel das mitocôndrias no TEA ainda está em expansão, mas reforça a importância de compreender o transtorno como uma condição multifatorial. Investir em estratégias que considerem tanto os fatores genéticos quanto ambientais pode abrir portas para novas terapias mais eficazes. Aprenda mais sobre nutrição e TEA aqui.
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