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Recebi esta pergunta de uma aluna. Ela está atendendo uma mulher que deseja engravidar. O marido tem diagnóstico de autismo e a primeira filha também. De acordo com a literatura, o risco de um pai no espectro autista ter um segundo filho diagnosticado com autismo depende de fatores genéticos e ambientais, mas é significativamente maior do que na população geral. Contexto: Hereditariedade do autismo:
O Transtorno do Espectro do Autismo (TEA) tem uma forte base genética. Estudos sugerem que a herdabilidade do autismo é alta, variando de 50% a 90%. Se um dos pais é está no espectro, há uma maior chance de que os filhos herdem predisposições genéticas que podem levar ao autismo.
Risco aumentado em irmãos: Quando já há um filho no espectro do autismo na família, o risco de um segundo filho ser diagnosticado com TEA também aumenta. Estudos mostram que o risco para o segundo filho varia entre 10% e 20% (ou mais), dependendo de fatores como a gravidade do autismo no primeiro filho e o histórico familiar. Aprenda mais sobre Genômica.
Fatores adicionais: O risco pode ser ainda maior se ambos os pais tiverem traços relacionados ao autismo ou diagnósticos confirmados. Idade avançada dos pais, especialmente do pai, está associada a um maior risco. Complicações na gravidez ou no parto, como prematuridade ou baixo peso ao nascer. Exposição a toxinas ambientais, infecções ou medicamentos durante a gestação.
Joon, Kumar, & Parle, 2021
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