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A pré-eclâmpsia e a eclâmpsia são complicações graves, que podem após 20a semana de gravidez. A pré-eclâmpsia caracteriza-se por um quadro de hipertensão arterial, perda de proteína pela urina, inchaço no rosto ou mãos. A causa mais frequente são os problemas no desenvolvimento dos vasos da placenta. Vários fatores de risco para o problema foram identificados: – Gravidez em mulheres com idade superior a 40 anos ou inferior a 18 anos; – História familiar de pré-eclâmpsia; – Pré-eclâmpsia em uma gestação anterior; – Gravidez múltipla (gêmeos, trigêmeos, etc.); – Mulheres previamente hipertensas (hipertensão crônica); – Obesidade; – Diabetes mellitus; – Doença renal crônica; – Doenças autoimunes; – Deficiência de magnésio.
 A pré-eclâmpsia é responsável no mundo por mais de 50 mil mortes maternas por ano. O grau mais grave é a eclâmpsia, frequentemente acompanhada de convulsão. O tratamento é o uso do sulfato de magnésio para estabilização do quadro, seguido da indução do parto. O uso do magnésio reduz a mortalidade. A terapia com magnésio também é indicada para mulheres com pré-eclâmpsia, pois diminui a incidência de eclâmpsia. O acompanhamento pré-natal com obstetra é fundamental para garantia de uma gravidez mais segura, com menores riscos para a mãe e para o bebê. O acompanhamento nutricional também é muito importante já que a gestação provoca muitas modificações fisiológicas, aumentando a necessidade de vários nutrientes para o adequado crescimento e desenvolvimento fetal. Saiba mais sobre o tema: |