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A educação online é uma indústria de $100 bilhões de dólares, que só cresce nos últimos anos.
Graças à desmaterialização do mundo, podemos nos conectar pela internet além do espaço físico.
De acordo com pesquisas feitas pelo MIT, as pessoas que terminam os cursos online tem o mesmo aprendizado do que aquelas que fazem o curso fisicamente.
Lindo e maravilhoso não?
O único problema é: para esses seres aprenderem, eles precisam terminar o curso.
E é ai é que entra a sombra da indústria: a taxa média de conclusão dos cursos online é de apenas 4%.
E sabe quem é o “vilão” que faz isso acontecer?
A falta de humanidade.
A robotização e banalização do fator humano.
A maioria dos cursos online só replica o padrãozão que ninguém aguenta mais nas instituições de ensino:
Um ensino passivo, com um “professor soberano-sabe-tudo-ídolo-rockstar”, e o resto todo calado.
E mesmo nas “aulas ao vivo”, acontece o mesmo: aparece o mesmo “expert” dos vídeos falar mais e mais e mais.
Ninguém tem voz. Ninguém consegue expressar o momento de vida que está passando.
Não tem acolhimento, não tem o sentimento de irmandade, fraternidade.
Não tem o “tamo junto galera”!

A maioria dos cursos online do mercado são vídeos do YouTube empacotados em uma área de membros que você precisa pagar para acessar.
E é por isso que pouquíssimos finalizam.
Assim como no YouTube, assim como na TV, você fica no “turismo transformacional”:
é divertido, você pensa que está ganhando um monte de insights e percepções diferentes… mas…. não aplica, não muda, não se transforma.
E foi observando esse padrão que, no ano passado, decidimos deixar para trás o modelo padrão de cursos online e criar do zero o que chamamos de viagem de aprendizagem.
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