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O clima de tensão tomou conta de uma das instituições mais importantes do País: o Ministério Público Federal. Desde que Augusto Aras assumiu a Procuradoria-Geral da República, existe uma desconfiança sobre a sua proximidade com o presidente Jair Bolsonaro, que o indicou ao cargo. As dúvidas sobre a real intenção do chefe do MPF aumentaram após a sub-procuradora-geral da República, Lindora Maria Araújo, braço direito de Aras realizar uma “diligência” na força-tarefa da Lava Jato, em Curitiba, e pedir acesso a dados, alguns sigilosos, de maneira “atípica”. Como resposta, alguns membros da Lava Jato pedir demissão, e abriram uma crise dentro da PGR.
Afinal, existe uma guerra declarada entre procuradores e Augusto Aras? O procurador-geral da República vai conseguir continuar no cargo diante de tanta pressão? Na edição de hoje, conversamos sobre o assunto com o repórter do Estadão, que acompanha a Lava Jato desde o seu início, Ricardo Brandt, com o ex-procurador, que integrou a força-tarefa da Lava Jato, Carlos Fernando dos Santos Lima, e com o presidente da Associação Nacional dos Procuradores da República, Fábio George Cruz da Nóbrega. |