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(Foto: Reprodução)
A decisão de estender até o dia 22 de abril a quarentena no Estado de São Paulo serve como uma espécie de resposta às pessoas que estavam começando a boicotar o isolamento.
Para o infectologista Evaldo Stanislau Araújo, o governo manda um recado direto justamente às vésperas do momento mais complicado da doença no Brasil:
O médico do Hospital das Clinicas da Faculdade de Medicina da USP disse que o resultado da efetividade do isolamento só vai ser observado no futuro.
E o mais curioso, explica o infectologista, é que vai dar a impressão de que a doença não era tão séria:
Enquanto as empresas se organizam para cuidar da saúde dos funcionários, estudam formas para manter o fluxo de caixa.
Para a Associação Comercial de São Paulo, os comerciantes não têm como aguentar a extensão da quarentena se não houver algum tipo de contrapartida do governo do Estado e da Prefeitura. A associação pede que se postergue a cobrança de impostos, como ICMS, ISS e IPTU por, no mínimo, 90 dias.
Guilherme Dietze, assessor econômico da Fecomercio, disse que a Federação do Comércio de Bens e Serviços entende que o isolamento está surtindo efeito. Mas é preciso um auxílio maior por parte do governo Estadual:
Por fim, as associações e federações esperam que os governos já estudem um ”plano de saída” para quando o período de quarentena for encerrado para que os empresários possam se planejar.
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