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(Foto: Reprodução)
Em pronunciamento logo depois de ser ameaçado de demissão, ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, deixou claro que as políticas adotadas na pasta não terão interferência do presidente Jair Bolsonaro.
A avaliação é da colunista de Política da BandNews FM, Dora Kramer. Segundo ela, Mandetta reafirmou autonomia do ministério para que adote as recomendações da Organização Mundial da Saúde, da comunidade médica e de evidências científicas.
Dora Kramer destaca que Mandetta também apontou claramente que o presidente Jair Bolsonaro trabalha contra o ministério.
O âncora Eduardo Oinegue, do BandNews No Meio de Dia, destacou que o recuo do presidente Jair Bolsonaro indica que ele percebeu que não pode ir contra todos durante a pandemia.
Oinegue também afirma que o ministro Mandetta apenas segue a única política possível.
O ministro reafirmou que vai manter a recomendação para que as pessoas mantenham o isolamento social e que sempre vai seguir a ciência.
Mandetta confirmou que a demissão dele foi cogitada pelo governo.
Bolsonaro tem pedido a “volta à normalidade” do país e já afirmou ter o poder de determinar por decreto a reabertura de setores da economia, o que é questionado, pois muitas decisões cabem aos estados.
O Ministério da Saúde anunciou que subiu para 553 o número de mortes pelo novo coronavírus no Brasil – aumento de 67 mortes confirmados em 24 horas.
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