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O Itamaraty está em contato com as autoridades de Moçambique para extraditar o criminoso mais procurado do Brasil.
Gilberto Aparecido dos Santos, de 49 anos, o Fuminho, foi detido em Maputo, capital do país africano, em uma operação comandada pela Polícia Federal.
O bandido era procurado desde janeiro de 1999, quando fugiu da Casa de Detenção de São Paulo, o Carandiru, e atuava como braço-direito de Marcos Herbas Camacho, o Marcola, chefe do PCC.
O coordenador geral de repressão a drogas e facções criminosas da Polícia Federal afirma que Fuminho foi preso em flagrante com maconha, o que pode facilitar o retorno dele ao Brasil.
Em entrevista à Rádio BandNews FM, o delegado Elvis Secco disse ainda que a pandemia do coronavírus fez com a prisão demorasse mais para acontecer. Confira:
Com os bloqueios em fronteiras para conter a doença, o policial conta que não pode enviar agentes para acompanhar toda a investigação a partir da localização de Fuminho.
Elvis Secco destaca que qualquer erro nos trabalhos poderia levar o criminoso a fugir novamente e aponta a parceria com as autoridades dos EUA e de Moçambique como importantes na execução do plano.
Fuminho é acusado de ter ordenado as mortes de Rogério Jeremias de Simone, o Gegê do Mangue, e Fabiano Alves de Souza, o Paca, em fevereiro de 2018 no Ceará.
O delegado Elvis Secco conta que serão analisados computadores e telefones celulares apreendidos com o criminoso. Também será investigado se é verídico que Fuminho planejava resgatar líderes do PCC detidos no sistema penitenciário federal.
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