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Presidente da Comissão Episcopal da Liturgia e Espiritualidade lembra que as orientações da Conferência Episcopal Portuguesa para o regresso das celebrações comunitárias “estavam prontas e foram aprovadas no dia 8 de maio”, mas as circunstâncias que exigem “prudência e segurança” fizeram com que “quiséssemos começar, como corpo, conjuntamente”. D. José Cordeiro abre a porta à possibilidade da realização de procissões e outras celebrações. O bispo não exclui, por exemplo, “haver de um modo contido” a procissão do Corpo de Deus, “nalgumas igrejas amplas”, e admite que serão razões sociais a provocar o adiamento, por exemplo, da celebração de casamentos. |