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Description:
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"Durante muito tempo achei que Deus não ia me amar por eu ser bicha.", disse Gil Do Vigor, hit do BBB21. O prêmio do BBB para Gil foi ganhar a si mesmo. Ali, ele pôde ser “bicha bichérima”, como dizia. Muitas vezes, o comportamento que se cobra de pessoas LGBTQIA+, sobretudo do gay afeminado, é uma versão pasteurizada, livre de qualquer ruído muito distante do cidadão padrão, no melhor estilo: "pode ser gay, mas não precisa ser assim, bicha". Com Gil, o Papo debate a rejeição à diversidade e o conceito de "chaveirinho de hétero" - o gay mais padronizado que héteros tiram do bolso para se eximir dos preconceitos… "até tenho amigos". Quando essa postura "bichérrima" é mais do que mera personalidade, é uma expressão de luta? Quando ser assim “afrontosa” é um jeito de reafirmar a própria existência? Como é para quem faz parte da minoria se assumir e se orgulhar de um comportamento que ainda gera repulsa e violência moral e até física? |