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Os crimes de estupro ultrapassam todo um contexto jurídico. O próprio conceito de estupro foi construído ao decorrer dos anos, seja juridicamente, seja culturalmente, seja socialmente. Precisamos entender o estupro como algo que atinge um grupo, que é principalmente formado por mulheres e, ainda, que a criatividade humana ultrapassa todos esses conceitos. Seria isso parte de uma cultura do estupro? Mas, afinal, cultura não deveria ser coisa boa? Peraí, precisamos sair do senso comum pra perguntar: o que é cultura?
** Para saber mais: nós começamos essa discussão no #EP 04 sobre violência de gênero
Nossas Convidadas
Liz-Elainne de Silvério e Izis Morais Lopes dos Reis
Caleidoscópio
Hope (Whish – So-won)
Sou Comum – Chloé Fontaine
Filme Spotlight – segredos revelados
Filme The India’s Daughter
Livro #Meu amigo secreto, do coletivo Não Me Kahlo
Lia Zanotta Machado – Sexo, estupro e purificação
Rita Laura Segato – A guerra contra as mulheres
Lia Zanotta Machado – Violência conjugal: os espelhos e as marcas
Eliane Reis de Andrade – Os (não) limites entre o público e o privado em tempos de convergência midiática: o estupro coletivo no Rio de Janeiro entendido como um acontecimento.
Débora de Carvalho Figueiredo. Vítimas e vilãs,“monstros” e “desesperados”: como o discurso judicial representa os participantes de um crime de estupro.
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