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Olá designófilos!
Chegamos ao décimo episódio do Não Obstante, contando mais uma vez com Felipe Ayres na edição e com a arte de Marcos Beccari na vitrine. Neste programa, Marcos Beccari entrevista Lúcio Vaz sobre seu livro "A simulação da morte: versão e aversão em Montaigne" (Perspectiva, 2011). Lúcio Vaz é doutor em filosofia pela UFMG, professor da Universidade do Estado do Amapá, atuando principalmente nos seguintes temas: suicídio, morte e ética.
O livro em questão é uma análise focada no problema da morte nos Ensaios de Montaigne. O argumento é pautado no fato de que Montaigne elaborou, em momentos distintos de sua vida, duas estratégias opostas para a lida com a morte: primeiro o método da simulação imaginativa, depois a predisposição natural de não temer a morte. A questão levantada por Lúcio Vaz, portanto, diz respeito a que conduta podemos seguir, com base em Montaigne, diante da certeza absoluta do fato da morte, de um lado, e a absoluta incognoscibilidade da experiência do morrer, de outro lado.
AVISO: durante a gravação, a conexão do Skype estava problemática, comprometendo a fala do entrevistado em alguns momentos, nos desculpem!
>> 0h03min22seg Pauta Principal
>> 1h15min15seg Música de encerramento: "Thule", da banda The Album Leaf.
Links
Página do livro "A simulação da morte" no site da Livraria Cultura: http://www.livrariacultura.com.br/p/a-simulacao-da-morte-22759450
Artigo "O problema do suicídio em Montaigne": http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0100-512X2012000200010&script=sci_arttext
Resenha do livro "A simulação da morte" por Eduino José Orione: http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0100-512X2012000200019&script=sci_arttext
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