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Description:
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É um artista da transgressão, um encenador ávido de liberdade e poesia, um dramaturgo entre passado, presente e futuro. Está no teatro à procura do encontro e do desconhecido. É quem é por estar com quem o faz. Tiago Rodrigues põe o colectivo acima da assinatura, luta por um palco de liberdade, de urgências e de pensamento crítico. A RFI foi ouvi-lo, num “teatro efémero”, em Paris.
O teatro de Tiago Rodrigues tem conquistado espaço em França. Entre Setembro e Outubro, apresentou três espectáculos em Paris: “The Way She Dies” (“Como ela morre”), “Bovary” e “Please, Please, Please”.
O director artístico do Teatro Nacional D.Maria II não pára e encadeia peças com a mesma ânsia com que fala e devora histórias. Já está a trabalhar na próxima peça que vai estrear em Viena, em 2020, e que chamou “Catarina e a beleza de matar fascistas”. Um mote para uma conversa sobre a urgência de criar. Nos bastidores do teatro de Tiago Rodrigues é a nossa entrevista deste magazine ARTES.
E depois desta longa entrevista, fica uma daquelas perguntas "maiores que a vida". Afinal, o que é o teatro para Tiago Rodrigues?
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